Igreja de São Jorge é o novo santuário do Rio de Janeiro

Local recebe mais de 1 milhão de fieis todos os anos e agora integra o circuito dos 22 templos mais importantes da capital carioca; saiba onde ficam.
O Rio de Janeiro ganhou mais um destino para devotos e visitantes de igrejas turísticas. A igreja matriz de São Jorge, em Quintino, na zona norte da capital foi elevada a santuário arquidiocesano. O anúncio foi feito durante a missa de celebrada pelo cardeal Dom Orani Tempesta no dia do santo guerreiro, 23 de abril, quando se celebra também um feriado na capital.
Um título
Segundo a tradição católica, um santuário é uma espécie de título concedido ao templo religioso que e considerado especial pelos fieis que, geralmente, realizam peregrinações e atos de devoção específicos no local.
Através de um decreto de criação, o local foi oficializado como um santuário religioso e elevado a categoria de centro de peregrinação e devoção popular. Segundo a arquidiocese do Rio de Janeiro, a igreja é o 22ª da capital.
A história da igreja de Quintino
A paróquia de São Jorge foi criada em 1945 quando senhoras tinham o hábito de se reunirem para rezar o terço em uma casa na Rua Clarimundo de Melo. Após a chegada de uma imagem do santo que uma das devotas trouxe de Portugal, os fiéis decidiram se organizar para construir uma capela simples no alto de um morro de difícil acesso no bairro.
Após o aumento no número de fiéis, o Arcebispo da época, Dom Jaime Barros Câmara reconheceu a igreja oficialmente como paróquia, no dia 1º de janeiro de 1945 e nomeou o pároco Carmelo Loréfice como administrador da unidade. Em 1955, já sob outra administração, a igreja passou por reformas e foi ampliada para que pudesse comportar o alto número de fiéis.
Créditos: Turismo
