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Rock in Rio anuncia espetáculo imersivo ECCO com luz, dança e som na Cidade do Rock

O Rock in Rio anunciou uma nova atração para a edição de 2026: o ECCO by LightWire, espetáculo criado especialmente para a Cidade do Rock e pensado para envolver o público com dança, tecnologia, luz, som e efeitos sensoriais em uma experiência imersiva em 360 graus.

A apresentação será uma das apostas da chamada Fábrica de Sonhos do festival, conceito usado pela organização para abrigar experiências que vão além dos shows. No caso do ECCO, a proposta é transformar uma arena do evento em um ambiente de imersão total, com sessões diárias ao longo do festival.

Criado pelo grupo LightWire, que estreia no Rock in Rio, o espetáculo parte da ideia de que a floresta é a origem do som. A narrativa se apoia em vibrações ligadas a elementos como vento, água, raízes e fogo, tentando traduzir como esses sons primordiais se transformam em música, arte e emoção.

O presidente da Rock World, Roberto Medina, disse que a atração conversa com a identidade histórica do festival. “Desde a primeira edição, em 1985, o Rock in Rio foi pensado para ir muito além dos shows, trazendo experiências únicas para o público. A Cidade do Rock é um lugar de encanto, em que cada detalhe vem de uma grande Fábrica de Sonhos, pensada exclusivamente para que os fãs vivam experiências únicas e aproveitem intensamente cada segundo do festival. Neste ano estamos trazendo o espetáculo ECCO, que vai ser de arrepiar. Ele traduz perfeitamente o nosso espírito, conectando experiência em prol de um mundo melhor. É uma apresentação mágica, que provoca todos os sentidos. Tenho certeza de que será um momento que vai marcar o público do início ao fim”, afirmou Roberto Medina.

O ECCO reúne computação gráfica, coreografias originais, figurinos tecnológicos e um painel de LED sincronizado para construir sua linguagem visual. A apresentação terá mais de 20 artistas em cena e vai usar recursos como holografia, trilha sonora original, projeções mapeadas, áudio imersivo e figurinos com LED e fibra ótica.

Entre os destaques técnicos estão o PixelWear, com mais de 1.500 pixels de LED controlados de forma individual, e o NewDress, que utiliza mil metros de fibra óptica iluminados por LED. A ideia é fazer com que corpo, luz e imagem funcionem como uma coisa só.

A LightWire ganhou projeção internacional depois de participar do America’s Got Talent, onde recebeu o Golden Buzzer de Simon Cowell em 2025. Agora, leva ao festival um espetáculo pensado em grande escala e adaptado para o ambiente da Cidade do Rock.

Os irmãos Daniel de Almeida e Felipe de Almeida, fundadores do grupo, dizem que a apresentação no festival marca um momento importante da trajetória da companhia. “Depois de viver uma projeção internacional tão intensa, trazer o ECCO para o Rock in Rio tem um significado muito profundo para a gente. Existe algo muito potente em apresentar essa experiência para o público brasileiro, porque é aqui que essa linguagem nasceu e ganhou forma. O que estamos levando para a Cidade do Rock é um espetáculo pensado em escala – não só pelo tamanho, mas pela forma como conecta tecnologia, corpo e emoção de um jeito que ainda é pouco explorado no mundo. O ECCO foi criado para ser sentido em múltiplas camadas – não apenas visualmente, mas fisicamente e emocionalmente. É uma experiência que não se explica por completo, ela precisa ser vivida”, disseram Daniel e Felipe de Almeida.

A coreografia leva assinatura de Patricia Kfouri e Rafael Scauri. Em alguns momentos, os bailarinos se apresentam em blackout total, o que exige precisão extrema de tempo e movimento. O espetáculo também terá músicos e cantores ao vivo em trechos específicos.

Ao todo, serão cinco apresentações por dia, cada uma com 20 minutos de duração e capacidade para mil pessoas. O sistema de som será 9.1.4, com áudio tridimensional distribuído por toda a arena, enquanto a cenografia usará vento, laser, aromas, luz e gelo seco para ampliar a sensação de imersão.

Segundo a organização, mais de 80 profissionais participam do desenvolvimento da atração, entre direção, produção, figurino, motion design, eletrônica, logística e elenco.

O projeto tem patrocínio principal da Vale, que associou a iniciativa ao discurso de preservação ambiental e de valorização dos biomas brasileiros. O diretor de Comunicação e Marca da empresa, Leandro Modé, afirmou que a parceria busca usar a cultura como ponte para esse debate. “O espetáculo do grupo LightWire dialoga diretamente com o compromisso da Vale com a conservação dos biomas brasileiros. Na Amazônia, estamos presentes há mais de 40 anos e contribuímos para a proteção de cerca de 800 mil hectares de floresta, em parceria com o ICMBio. Também temos uma atuação relevante em biomas como Cerrado e Mata Atlântica. Estamos muito satisfeitos em renovar nossa parceria com o Rock in Rio e levar essa mensagem a um público tão diverso”, disse Leandro Modé.

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Matéria original e fotos oficiais na íntegra disponíveis no site correspondente: Acesse a fonte de Diario do Rio aqui.

Marília Silva

Jornalista especializada em turismo, hotelaria e economia do setor. Minha atuação é voltada para produzir informações confiáveis e atualizadas que fortalecem e contribuem para a divulgação de destinos turísticos e ações que reforçam a relevância da hotelaria e turismo no cenário nacional.

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