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Rio de Janeiro concentra 92% dos voos offshore no Brasil

Estudo revela que o Rio de Janeiro concentrou 92,2% dos voos offshore no Sul-Sudeste em 2024, mantendo a centralidade na infraestrutura de petróleo e gás.

Levantamento do Programa Macrorregional de Caracterização do Tráfego de Aeronaves (Pmcta) aponta que o estado do Rio de Janeiro concentrou a grande maioria dos voos de suporte logístico nas bacias de Santos, Campos e Espírito Santo. Apenas em 2024, foram registrados mais de 42.100 voos com origem ou destino em território fluminense.

No recorte municipal, Campos dos Goytacazes lidera com 36,2% de toda a movimentação aérea offshore do Sul-Sudeste, impulsionado pelo Heliporto Farol de São Tomé e pelo aeroporto Bartolomeu Lisandro. Outros terminais estratégicos incluem Cabo Frio, Macaé e o aeroporto de Maricá, que apresentou uma expansão acelerada, triplicando o volume de operações no período.

Os dados, financiados pela Petrobras e analisados pelo Ibama, evidenciam a elevada dependência da infraestrutura aeroportuária estadual em relação à indústria de energia, garantindo o fluxo constante de trabalhadores e cargas para as unidades marítimas.

Por Marcel Cardoso
Fonte: AERO Magazine / Pmcta

Marília Silva

Jornalista especializada em turismo, hotelaria e economia do setor. Minha atuação é voltada para produzir informações confiáveis e atualizadas que fortalecem e contribuem para a divulgação de destinos turísticos e ações que reforçam a relevância da hotelaria e turismo no cenário nacional.

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